terça-feira, março 28, 2006

O que será a poesia? - parte I

Em verdade as rimas importam no começo.
A bem da verdade a métrica para o primeiro leitor, não tem tanta importância,
talvez no ritmo, por ser o leitor resgatado da música.
O leitor-musical gosta do doce sabor da rima:
Se importa, meu coração,
ser assim tão belo,
abandona o meu castelo,
larga a minha mão.
Soa assim mais belo que se escrito sem esses recursos:
Se não sou o que você quer,
SUMA,
Em suma é o que digo a você.
A mente busca o belo no óbvio,
antes de se acostumar, e mesmo de achar,
o belo no inusitado.

* Esse é uma (outra) idéia inconclusa, porém esse poema, diferente do trecho da Antígona, faz sentido só por ele. Espero que tenha ficado satisfatório.

3 comentários:

Elana Bellini disse...

Arthur!

sorte daqueles que percebem beleza no raro, no realmente inusitado.
delimitar a poesia, e ainda mais a Poesia, é difícil pra caralho.

continue postando, querido!
beijo.

dsyo9uk40zjg disse...

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Lucas Scaliza disse...

Bom... hj eu e uma amigo fizemos um poema. Ele tem rimas... e tem ritmo, pelo menos axo q tem. Não tem métrica. É belo, sim, a seu modo. Segue abaixo.

Cataclisma Retumbante num Rincão Perido do Universo

Estamos. Fodidos e ultrapassados.
Somos a fétida sobra da nossa geração. Que faremos então?
Que tal beber, falar mal do governo e jogar poker/truco?
E avaliar nossos conceitos e a estética do turco?
Nossos valores, moral e a prostituição?
Dois segundos antes que eu possa atingir o chão