terça-feira, setembro 11, 2007

Dolores

Quantas tardes Dolores,
Passei eu com tuas dores?
Quantas tardes perdidas,
Dolores, passei eu
curando tuas feridas?
Ah Dolores,
primaveras passaram,
Os passaros voaram,
em revoada,
E eu o que fiz Dolores?
Quanto tempo passei pensando que me amavas?
Ah Dolores, como te quis,
Tudo deixei, e tu te fostes,
tu me sangrastes Dolores,
aguçastes minha dor,
logo tu Dolores,
logo tu, meu amor?


*Escrevi esse poema em 2004, porém o computador pifou(sempre!) e perdi tudo, reescrevi logo depois, mais quem me conhece sabe que eu tenho a pior memória do mundo... só lembrava do título, que obviamente é alusório ao título do Romance Lolita de Vladimir Nabokov. Bom, voltando ao assunto, re-reescrevi o poema no final do ano passado e saiu isto aí. Deixem seus comentários!

3 comentários:

Elana Bellini disse...

"Luz da minha vida, labareda em minha carne. Minha alma, minha lama [...] Lo. Li. Ta."

bem dolores o poema, do jeitinho q vc quis passar p leitor :)

beijos querido :*

Thiago Augusto Corrêa disse...

Foi esse poema que você desligou o pc sem querer quando acabou de fazer?

Lembre-se que eu salvei todos os poemas da sua velha Daisy antes de formatar.

E ah, não é matemática do Arthur. Eu considero sempre 7 dias pra eu fazer meu texto pra não ficar em cima. Eu poderia colocar 8, mas confessar que eu faço o texto em cima da hora é meio mostrar o nosso lado vagabundo. hehe

Dani disse...

Vc sabe q eu tentei ler esse livro, mas nem gostei. obs, nao adianta brigar comigo pq nao vou ler, pode falar milhos de bla bla bla sobre o quao bom eh o livro q nao vou ler! Quem sabe um dia... mas nao agora!!!!

Sobre o poema, mesmo assim gostei.

Ah, e sobre a sua falta de memoria.... sem comentarios