
O primeiro Hellboy, também dirigido por del Toro, me deixou uma boa impressão quando vi. Um filme divertido, descompromissado e sobre um ótimo personagem de quadrinhos desconhecido do grande público. Mas senti falta de alguma coisa, a história apesar de boa, não empolgava e o filme que poderia ser ótimo, era apenas bom.
Nesta seqüência, sem a necessidade de introduzir personagens, a ação fica mais solta e o roteiro flui melhor, mas novamente acontece o mesmo problema e um filme que poderia ser ótimo é apenas bom. Acredito que a grande falha resida no roteiro que vai crescendo de intensidade durante todo o filme, mas cai no clichê no final, deixando uma sensação de algo inacabado no espectador.
Claro que o filme tem ótimas qualidades, começando pelos atores, o ótimo Ron Perlman faz um Hellboy ainda mais interessante que no primeiro filme e as tiradas sarcásticas constantes da personagem são ótimas e funcionam sempre. Selma Blair constroi uma Liz adoravel, o que me surpreendeu, já que sempre achei ela meio sem graça na maioria dos papéis em que atua. Doug Jones está novamente impagável como Abe e a personagem tem mais destaque nesse filme, e ainda temos a ótima inclusão de Johann Krauss, um ser de energia, ótimamente dublado por Seth MacFarlane, e que rende uma ótima cena de luta com Hellboy.
A melhor parte do filme é sem dúvida a visual, a direção de arte e os esfeitos especiais, aliados a imaginação sem limites de Guillhemo del Toro, rendem cenas primorosas e um universo fantástico que tem seu auge em duas cenas, a do mercado Troll, cheia de criaturas diferentes, que cria uma impressão semelhante àquela criada pela cena da cantina de Mos Eislei em Star Wars - Episódio IV. E a cena da batalha contra o elemental, que onde derrama seu "sangue", nasce grama, compondo toda uma paisagem nova e impressionante.
A reação improvavel entre Hellboy e Liz é muito bem explorada, assim como a paixão de Abe pela princesa Nuala, um ser que como ele pode sentir com o uso das mãos o que rende algumas cenas muito bonitas. O vilão do filme, o principe Nuada, lembra muito os vilões da serie de RPG Final Fantasy, com seu visual etéreo e sobrenatural e, infelizmente, nunca chega a ser realmente assustador.
Hellboy é uma bela diversão, porém não dá pra deixar de sair com uma leve decepção do cinema, por saber que del Toro poderia ter ido mais a fundo e feito um filme mais envolvente.
Nesta seqüência, sem a necessidade de introduzir personagens, a ação fica mais solta e o roteiro flui melhor, mas novamente acontece o mesmo problema e um filme que poderia ser ótimo é apenas bom. Acredito que a grande falha resida no roteiro que vai crescendo de intensidade durante todo o filme, mas cai no clichê no final, deixando uma sensação de algo inacabado no espectador.
Claro que o filme tem ótimas qualidades, começando pelos atores, o ótimo Ron Perlman faz um Hellboy ainda mais interessante que no primeiro filme e as tiradas sarcásticas constantes da personagem são ótimas e funcionam sempre. Selma Blair constroi uma Liz adoravel, o que me surpreendeu, já que sempre achei ela meio sem graça na maioria dos papéis em que atua. Doug Jones está novamente impagável como Abe e a personagem tem mais destaque nesse filme, e ainda temos a ótima inclusão de Johann Krauss, um ser de energia, ótimamente dublado por Seth MacFarlane, e que rende uma ótima cena de luta com Hellboy.
A melhor parte do filme é sem dúvida a visual, a direção de arte e os esfeitos especiais, aliados a imaginação sem limites de Guillhemo del Toro, rendem cenas primorosas e um universo fantástico que tem seu auge em duas cenas, a do mercado Troll, cheia de criaturas diferentes, que cria uma impressão semelhante àquela criada pela cena da cantina de Mos Eislei em Star Wars - Episódio IV. E a cena da batalha contra o elemental, que onde derrama seu "sangue", nasce grama, compondo toda uma paisagem nova e impressionante.
A reação improvavel entre Hellboy e Liz é muito bem explorada, assim como a paixão de Abe pela princesa Nuala, um ser que como ele pode sentir com o uso das mãos o que rende algumas cenas muito bonitas. O vilão do filme, o principe Nuada, lembra muito os vilões da serie de RPG Final Fantasy, com seu visual etéreo e sobrenatural e, infelizmente, nunca chega a ser realmente assustador.
Hellboy é uma bela diversão, porém não dá pra deixar de sair com uma leve decepção do cinema, por saber que del Toro poderia ter ido mais a fundo e feito um filme mais envolvente.
Cotação:



2 tiros:
Eu gostei do filme! Agora esperar pela continuaçao....
Ah, ja atualizei o fotolog e adivinha q tipo de montagem eu coloquei?
O problema é que vai demorar muito pro del Toro fazer uma continuação... ele tem os 2 Hobbits pra fazer antes...
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